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O selo de associado da APRAG é a garantia de empresa legalizada, que realiza um trabalho sério no controle de pragas urbanas.



Pragas urbanas são espécies de insetos ou animais que infestam os campos e cidades provocando danos à nossa saúde. E podem picar, morder, danificar alimentos e objetos e ainda transmitir doenças ao homem.

Mosquito

 

Mosquitos

 

 

Existem várias espécies que podem ser denominadas de mosquitos, também conhecidos como pernilongos, muriçocas, borrachudos e piuns. Pertencem à família Culicidae e reconhece-se atualmente a existência de aproximadamente 3600 espécies distribuídas por 40 gêneros. Caracteriza-se por suas asas membranosas, pernas alongadas e aparelho bucal picador sugador.

São encontrados freqüentemente, em regiões tropicais e subtropicais como a América Central, América do Sul, Sul dos EUA, África, Oriente Médio e em vastas áreas da Ásia.

A importância do controle desta praga é fundamental para a saúde pública, pois são vetores de uma séria de endemias como: malária (Anopheles spp), dengue (Aedes sp), leishmaniose (Flebotomo spp), filariose (Culex sp), febre amarela (Aedes sp) etc, além das doloridas picadas do Simulidium sp.

As questões ambientais urbanas são geradas pelas modificações feitas pelo homem no habitat, estimulando a adaptação destes insetos ao modo de vida moderno, onde fornecemos abrigo (coleções de água, vasos, caixas de água, pneus, dejetos) água e alimento, promovendo a explosão populacional do inseto e seus conseqüentes danos a saúde.

 

BIOLOGIA E HABITOS 

Insetos que possuem metamorfose completa fazem postura de ovos (nos mais variados locais) que ao eclodir darão origem as larvas (geralmente aquáticas), que irão se empupar. As pupas ao completar o ciclo, formarão os novos adultos.

As fêmeas necessitam alimentar-se com o sangue de animais ou de seres humanos para tornar seus ovos viáveis. São atraídas pela expiração e transpiração que liberam CO2, que é captado pelas antenas.

Ao contrário do que muitos acreditam, a maior fase do ciclo de vida deste inseto é a fase jovem (ovo - larva - pupa). Os ovos de Aedes sp podem ficar viáveis por até 5 anos.

O ciclo de vida é bastante rápido. Algumas espécies são capazes de produzir novas gerações em apenas 7 dias, mas a maioria dura em torno de duas semanas para gerar novos indivíduos.

Existe uma diversidade no hábito alimentar entre as espécies: algumas preferem o período noturno para alimentação (Culex spp), e na maioria dos casos (Aedes spp), preferem o diurno (hora do crepúsculo), onde se concentra a maior atividade.

Tanto os machos quanto as fêmeas se alimentam do néctar das flores. A maioria das fêmeas necessita pelo menos uma refeição de sangue para produzir seus ovos. Pesquisas confirmam a presença de enzimas na saliva destes dípteros que promovem um efeito anti-coagulante, facilitando sua alimentação.

 

Ciclo de vida dos mosquitos

Ciclo de Vida do Mosquito

 

 

 

 

CONTROLE 

Devido a grande diversidade de locais de postura de ovos, das diferentes características das espécies quanto à seleção do local (água corrente, água limpa e água rica em matéria orgânica) e da grande capacidade de dispersão dos adultos, observa-se um grande grau de dificuldade ao quantificar e mapear as áreas de infestação.

A inspeção e localização dos criatórios larvários é fundamental para o sucesso do controle. Dentro das técnicas adotadas no manejo integrado de pragas (MIP), deve-se associar o uso de larvicidas com adulticidas, impedindo a reinfestação. Ainda assim, ressaltamos a importância de consultar e contratar uma empresa especializada no controle de pragas. 

 

Aedes spp

 

As espécies de Aedes mais importantes são listadas a seguir

    

Aedes aegypti 

Esta espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão do dengue e febre amarela febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas brancas pelo corpo. febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas brancas pelo corpo.

Utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro. Os locais onde normalmente são encontradas suas larvas são: pneus, pratos de vasos, latas, garrafas, caixa d’água e cisternas mal fechadas, latas, vidros, vasos de cemitério, piscinas, lagos e aquários abandonados, entre outros.

As fêmeas picam preferencialmente ao amanhecer e próximo ao crepúsculo, mas podem picar em qualquer hora do dia. Elas podem picar qualquer animal, mas o homem é o mais atacado. Esta espécie abandona o hospedeiro ao menor movimento, passando, desta forma, por vários hospedeiros disseminando-se assim a doença.

 

Aedes albopictus 

Esta espécie foi descrita na Índia tendo sido introduzida no nosso país através do comércio. Foi descoberta no Brasil em 1986 nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Atualmente encontra-se distribuída em vários outros Estados. Diferentemente do A. aegypti, esta espécie não está tão relacionada com a atividade humana, distribuindo-se com facilidade no meio rural. A postura é realizada em criadouros naturais, tais como ocos de árvore cheios d’água internódios de bambu, cascas de fruta, etc. Os ovos são depositados em poucas quantidades, mas em diversos locais, o que facilita uma rápida dispersão. Também possui hábito diurno, assim como o A. aegypti.

A. albopictus é vetor do dengue na Ásia, mas no Brasil ainda não existem provas de que possa estar veiculando a doença, já que não foram descobertos adultos nem larvas desta espécie em zonas de epidemia da doença.

 


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