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O selo de associado da APRAG é a garantia de empresa legalizada, que realiza um trabalho sério no controle de pragas urbanas.



Pragas urbanas são espécies de insetos ou animais que infestam os campos e cidades provocando danos à nossa saúde. E podem picar, morder, danificar alimentos e objetos e ainda transmitir doenças ao homem.

Curiosidades

 

Curiosidades 

 

 BBC Brasil

 

Formigas 'conversam' no formigueiro, diz estudo.

 

Pesquisa afirma que larvas conseguem bom tratamento ao imitar som de rainha.  

Uma pesquisa das universidades de Oxford (Grã-Bretanha) e de Turim (Itália) mostrou que formigas costumam conversar entre elas, em seus formigueiros.Segundo os pesquisadores, as rainhas emitem sons característicos dentro do formigueiro que produzem reações das operárias, o que reforça o status social da rainha, de acordo com o artigo publicado na revista Science.

De acordo com um dos pesquisadores, Jeremy Thomas, da Universidade de Oxford, o progresso da tecnologia permitiu a gravação dos sons das formigas nos formigueiros e a execução destas gravações sem que as formigas ficassem assustadas.

Ao colocar miniaturas de alto-falantes no formigueiro, especialmente fabricados para a pesquisa, e reproduzir os sons feitos por uma rainha, os pesquisadores conseguiram fazer com que as formigas ficassem em estado de atenção.

"Quando tocamos os sons da rainha elas apresentaram o comportamento 'em guarda'. Elas ficavam imóveis com suas antenas estendidas e suas mandíbulas separadas por horas - se alguma coisa se aproximasse elas atacariam", disse.

Apesar de ter uma sociedade muita bem defendida pelas operárias, as formigas também podem sofrer com infiltrados, segundo a pesquisa conduzida pelas universidades de Turim, Oxford e pelo Centro de Ecologia e Hidrologia de Oxfordshire.

Sons produzidos pela larva da borboleta européia Maculinea rebeli, por exemplo, imitam os sons produzidos por formigas adultas, particularmente pela rainha do formigueiro.

"Pesquisas anteriores mostraram que parasitas sociais como estas larvas secretavam elementos químicos e usavam outras habilidades para conseguir se infiltrar em formigueiros", afirmou Francesca Barbero, pesquisadora da Universidade de Turim.

"Nosso novo trabalho mostra que o papel do som na troca de informações dentro de formigueiros foi muito subestimado e que a imitação do som fornece outra forma de infiltração para 10 mil espécies de parasitas sociais que exploram as sociedades de formigas”.

Os pesquisadores usaram gravações de sons emitidos pelas larvas nos formigueiros hospedeiros.

Os resultados demonstraram que, depois que a larva foi aceita no formigueiro por meio da liberação de elementos químicos que imitavam os liberados por formigas, a imitação de sons de uma formiga adulta permite com que a larva avance socialmente.

"Nossas experiências mostraram que, em resposta aos sons emitidos pelas larvas, as formigas operárias protegiam elas de uma forma parecida com que protegiam suas rainhas", disse Karsten SchInrogge, do Centro de Ecologia e Hidrologia de Oxfordshire.



 

Resistência de Pragas Urbanas

 

Os métodos de exploração da natureza desenvolvidos pelo homem favorecem a instalação e proliferação das pragas urbanas, pois a urbanização é um produto do crescimento populacional humano e da industrialização. Com isso, tantos países industrializados como aqueles em desenvolvimento tem afastado os homens de muitas pragas, mas mantido em íntima associação com outras.

As perdas potenciais de alimentos e danos provocados por animais englobados sob o nome de “pragas” são enormes e não somente pela destruição na lavoura e nos campos. Depois que as colheitas são armazenadas, inúmeras pragas ameaçam-nos durante a estocagem, transporte, industrialização e beneficiamento, distribuição, comércio varejista ou manipulador e, finalmente na casa do consumidor.

Em estudos realizados nos Estados Unidos estima-se que 9% dos alimentos produzidos não chegam ao consumo humano (Carvalho Neto, 1993), sendo destruídos ao longo do percurso por pragas das mais diversas espécies. A preocupação com as pragas não está somente ligada aos prejuízos econômicos que podem provocar, pois através delas existem uma série de doenças que de forma ou de outra são transmitidas ao homem. Além disso, a presença de determinadas pragas está associada à idéia de “falta de higiene”, o que pode ser extremamente negativo para estabelecimentos comerciais.

São vários os animais sinantrópicos que se tornaram pragas, que seja pelos prejuízos diretos aos bens materiais, pela transmissão de doenças, pelos danos diretos ao homem, ou pelo incômodo que causam. Os insetos, sem dúvida alguma, se destacam entre as pragas, pela grande capacidade de adaptação e proliferação. Entretanto, as sete principais pragas urbanas são: roedores, cupins, baratas, formigas, pulgas, traças e pernilongos. Alguns desses são combatidos por empresas especializadas no controle de pragas, outros, pelos Centros de Zoonoses municipais.

Todos os animais sinantrópicos considerados pragas urbanas devem ser manejados, para que seus níveis populacionais não atinjam picos. O que é praga hoje pode deixar de ser amanhã e o que nem sequer é percebido, amanhã poderá se tornar um organismo indesejável.

Existem muitas maneiras por meio da qual o cliente pode contribuir para o êxito de um adequado programa de controle de pragas urbanas. Um dos pontos importantes que se deve interferir corresponde à conscientização dos programas de limpeza. Deve existir uma completa comunicação com o profissional de controlo e o cliente, sendo mais fácil de estabelecer programas com clientes que aceitam e entendem os detalhes do programa, compreendendo a gravidade deste, assim como os avanços e esforços realizados pelo controlador, permitindo a permanência por períodos prolongados da empresa que presta esse serviço de controle.

O controle de pragas urbanas tem sido realizado principalmente através de produtos químicos e o uso indevido e abusivo destes produtos ao longo das últimas décadas teve como resultado o desenvolvimento de resistência em mais de 500 espécies de artrópodes (Georghiou &¨Lagunes-Tejeda, 1991). O uso regular de pesticidas para controlar artrópodes e roedores tem se tornado parte do desenvolvimento urbano desde que os produtos químicos tornaram-se acessíveis em meados da década de 40.

Os inseticidas ocupam lugar de destaque na agricultura, na pecuária e na saúde pública, sendo necessário um bom conhecimento dos mesmos, as maneiras de aplicá-los, a toxicidade e as formulações. O uso indiscriminado de produtos químicos geralmente acaba gerando efeitos colaterais, como por exemplo, intoxicações e evolução da resistência, o que proporcionou um exemplo de adaptação para condições específicas no desenvolvimento urbano. Falhas nas técnicas de aplicação, uso de equipamentos inadequados ou a falta de seleção criteriosa dos princípios ativos podem levar à redução aparente de focos das pragas, que ressurgem após períodos de descontinuidade dos cuidados iniciais.

A resistência não ocorre somente em pragas agrícolas, ela tem ocorrido também na área urbana, embora seja pouco estudada. O processo determinante no desenvolvimento da resistência é a pressão contínua de seleção, ou seja, o uso freqüente de um determinado pesticida. Mundialmente, a resistência de pragas a produtos químicos tem se tornado um problema bastante sério. Desde o advento dos inseticidas organoclorados nos anos 40, uma classe de inseticida é perdida, em média, a cada 10 anos, devido ao uso indevido e conseqüente desenvolvimento da resistência de animais a pesticidas.

Mas o que é resistência? “Resistência é definida pela Organização Mundial de Saúde como o desenvolvimento de uma habilidade em uma linhagem de um organismo em tolerar doses de tóxicos que seriam letais para a maioria da população normal (susceptível) da mesma espécie (OMS, 1970)”. Os indivíduos resistentes remanescentes cruzam-se entre si e transferem tais características genéticas à sua prole que, ao longo de gerações consecutivas, vai aumentando o número de resistentes dentro daquela população.

Dentre as conseqüências drásticas da evolução da resistência estão as aplicações mais freqüentes de pesticidas, aumento na dose do produto e a substituição por outro geralmente de maior toxicidade (Georghiou, 1983). Estas conseqüências acabam comprometendo os programas de manejo de pragas em vista da maior contaminação do meio ambiente, destruição de organismos benéficos e elevação nos custos e controle. O interesse no estudo da resistência se intensificou com o rápido desenvolvimento de casos para diversos pesticidas. Desde que o primeiro caso de resistência foi relatado por Melander em 1914, o fenômeno da resistência a pesticidas tem sido o foco de muitas reuniões tanto na agricultura quanto na saúde pública, pois 39,3% dos casos de resistência detectados são pragas de importância médico-veterinária (Georghious & Lagunes Tejeda, 1991). A resistência é mais frequentemente vista em dípteros (moscas, mosquitos, pernilongos) refletindo uma forte pressão de seleção química que tem sido aplicada contra os mosquitos no mundo inteiro. Existe um grande interesse, tanto na agricultura quanto na saúde pública, em proteger esses produtos químicos disponíveis contra o desenvolvimento da resistência.


  Você sabia?

As Baratas Aguentam Bombas Nucleares?

 

No centro de ação da bomba elas morreriam queimadas. Mas se fugissem da explosão, seu corpo chato e pequeno possibilitaria que se abrigassem em pequenas frestas protegendo-a da radiação mais forte.

 

 Chuvas aumentam oferta de alimentos para pragas urbanas.

As chuvas de verão tem aumentado a oferta de alimentos para as pragas urbanas.  A conseqüência disso é que as pragas urbanas começam a sair do “armário”.
A cidade de Tremembé, por exemplo, sofre com um ataque do exótico caramujo africano. Esse bicho carrega consigo um tipo de larva que transmite doenças como a meningite.
Mas não se assuste ou, se assuste, se pragas urbanas como roedores e insetos começarem a aparecer aos montes.


 Veja a seguir uma pequena lista de praga urbanas que podem atormentar a vida de muita gente neste verão:


Caramujos africanos;
Escorpiões
Mosquito da dengue;
Cobras;
Aranhas;
Marimbondos;
Vespas;
Abelhas;
Pernilongos.


Essa é uma lista mínima, em vista da quantidade de pragas urbanas que são atraídas pela água e pelo lixo que a correnteza das enchentes movimenta.

 

 


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